
Segundo os registos dos tribunais da Inquisição só um natural de MAIROS foi chamado à sua presença.Em 30-7-1727 Ana Maria de Jesus (nome falso de Catarina Fernandes) de 20 anos, natural de Mairos (Monforte de Rio Livre, bispado de Miranda), filha de Pedro Fernandes, o Sereno, lavrador, cristã-velha, sem domicílio certo, foi presa e acusada de «crer no demónio, adorá-lo e ter feito um pacto expresso com ele e só com ele, sacrilégio, heresia e apostasia».
A sentença só foi proferida em 9-5-1728: «ir a auto de fé com carocha e rótulo de feiticeira, ..., ser açoitada pelas ruas públicas de Coimbra, não entrar mais em Mairos, cinco anos de degredo em Angola». No entanto recebeu o termo de soltura em 8-6-1728 (seguramente em troca de segredo sobre todo o processo).
A sentença só foi proferida em 9-5-1728: «ir a auto de fé com carocha e rótulo de feiticeira, ..., ser açoitada pelas ruas públicas de Coimbra, não entrar mais em Mairos, cinco anos de degredo em Angola». No entanto recebeu o termo de soltura em 8-6-1728 (seguramente em troca de segredo sobre todo o processo).
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